A quinta edição do Congresso Ibérico de Restauro Fluvial RestauraRios deixa várias conclusões em aberto. A primeira é que o rio e a sua planície de inundação são, acima de tudo, um espaço de segurançao que realça a natureza positiva dos ecossistemas fluviais.

Da mesma forma, ficou claro que é mais eficaz preservar ou recuperar estes espaços do que ter de os restaurar. E, em qualquer caso, deve ser dada prioridade a um bom planeamento que vise restaurar os processos naturais no rio ao longo do tempo, em detrimento de outros objetivos meramente quantitativos ou imediatos.

Num contexto de incerteza relativamente aos fundos europeus, é necessário garantir o financiamento futuro para a recuperação dos rios. A nível regulamentar, a Diretiva-Quadro da Água (DQA) é o instrumento que garante a saúde global do ecossistema fluvial, pelo que é inaceitável baixar os seus padrões.

Por último, o evento realizado em Soria demonstrou que o restauro fluvial depende de aceitação social, pelo que melhorar as competências de comunicação é essencial para combater as notícias falsas.

Abaixo, pode consultar as conclusões do congresso por áreas temáticas."

ÁREA TEMÁTICA 1: Restauração do espaço fluvial, vazão e carga sólida

ÁREA TEMÁTICA 2: Restauração da estrutura e função dos ecossistemas fluviais

ÁREA TEMÁTICA 3: Experiências de restauração de rios através de soluções baseadas na natureza

ÁREA TEMÁTICA 4: Desafios da restauração fluvial em ambientes urbanos

ÁREA TEMÁTICA 5: Estratégias de governança para restauração fluvial

ÁREA TEMÁTICA 6: Estratégias de educação ambiental, participação e comunicação para restauração fluvial